O Forced bi se refere ao relacionamento a qual a domme "força" o submisso a ter uma relação sexual com um parceiro do mesmo sexo, seja anal, oral ou ambos. Note que essa prática só será "forçada" caso o submisso seja hétero, e não tenha nenhum interesse em um parceiro do mesmo sexo.
Particularmente, eu não gosto de chamar essa pratica de forçada, prefiro chamar de Encorajamento Bi. A explicação é simples, como tudo no bdsm/femdom seguem a linha de raciocínio do SSC, a palavra "forçado" sugere algo diferente do que é proposto pelo SSC.

Algumas pessoas se perguntam como é possível o submisso ter uma relação sexual com outro homem e continuar sendo heterossexual? Para mim isso está claro, assim como dirigir um carro de corrida não te faz ser um piloto de corrida, ter relação sexual com um homem não te faz ter atração por homens, bem alguns até se descobrem nesse processo, mas não é regra. Sei que haverá pessoas que irão discordar.


Note que nessa pratica não necessariamente a domme precisa participar, ela pode estar apenas olhando e se divertindo com o momento, chantageando, humilhando ou apenas assistindo. Fica a critério da domme, assim como o oposto é possível também .


Se o submisso é hétero, por que ele aceitaria uma experiência como essa?







Primeiro temos que lembrar que não serão todos que estarão dispostos a isso, além disso, isso deve ser uma ordem da domme. O submisso irá sofrer um forte encorajamento/dominação para fazer isso, e será a domme a responsável por fazer isso. Claro, assim como tudo no bdsm/femdom deve ser deixado acordado que isso não é um limite intransponível. Ou seja, a domme deve ter conversado com o submisso previamente pelo menos alguma vez se ele estaria disposto a ir em frente com isso, deixando sempre claro que isso é algo que ela sente prazer em ver e que apesar de ser uma coisa difícil para o submisso pode ser algo diferente e possivelmente prazeroso. Os argumentos para encorajar fica a critério da domme, mas que seja sensata ao menos de tocar nesse assunto pelo menos algumas vezes e receber o consentimento que isso não é um limite intransponível.

Essa prática é muitas vezes associada ao cuckold, castidade, feminização. É comum serem práticas que buscam ultrapassar certos limites do submisso. Às vezes é algo realmente intransponível por ser traumático para o submisso sendo assim pode realmente fazer mal, desencadeando problemas psicológicos e nesse caso não tem jeito a não ser esquecer. Mas quando não é o caso, por exemplo o submisso não gosta da ideia por ser algo que faz com que sinta-se desconfortável... dessa forma, pode-se tentar acostumar o psicológico do submisso para que empurre o limite de forma que ele vá se sentindo cada vez mais confortável até o ponto de ceder. Alguns homens são mais resolvidos com sua sexualidade e por isso estão mais dispostos a fazer qualquer coisa por sua domme, incluindo encorajamento bi, já para outros é realmente algo impossível.
Contudo, mais uma vez fica a critério da domme identificar o motivo e tentar uma solução alternativa.

Alguns casos há uma necessidade maior de encorajamento e a domme não deve desistir, afinal quem não chora não mama não é mesmo? Por exemplo; seu caso pode ser de que quando o submisso veja um cacete de outro homem ele hesite, e queira até mesmo desistir, portanto, é valido para a domme fazer algo mais radical, como pegar o submisso pelos cabelos e levar até o pau, ou até mesmo empurrar a cabeça do submisso para que o mesmo caia de boca.
Tais atitudes podem ser vista como abusivas, mas eu garanto que não é. Tendo em vista que houve um consentimento prévio e que isso faz parte do roleplay assumido entre ambos.

Uma atitude mais forte da domme, faz com que o submisso sinta uma dominação mais severa e alivia um pouco o peso de sua escolha, sentindo que realmente está sendo "forçado" a fazer aquilo, criando uma desculpa pra si mesmo, dando o empurrão necessário para que algo maravilhoso aconteça.

É bem provável que para que seu submisso chegue nesse estágio de ser penetrado por um homem, muitas barreiras devem ser transpassadas e isso deve ser realizado de pouco em pouco. Nos meus casos a chantagem, humilhação e o strapon ajudaram muito a moldar meus submissos. Portanto aconselho o mesmo, tirar proveito dessas práticas caso queira ter resultados parecidos.
Dicas...
Todas as minhas sessões de dominação eu fazia meu submisso chupar meu strapon e enquanto ele estava fazendo isso, eu o provocava, humilhava e encorajava ao mesmo tempo, falando coisas como:
* "chupa gostoso, imagina que é um cacete de verdade"
* "nossa você está chupando tão bem, deve estar praticando com alguns de verdade não é mesmo?"
*"Você está chupando como uma mulher de verdade"
*"Está gostando mesmo disso né? Que tal fazer em um de verdade agora?"
*"Quero ver você fazer assim em um piroca de verdade"
*"Molha ele todo como se fosse um de verdade:
*"Imagina um de verdade e chupa ele com vontade"
*"Tem certeza que nunca chupou um pau de verdade?"
*"Amanhã vou trazer um de verdade para você fazer o mesmo"

E assim vai, eu sempre fazia o mesmo quando estava o penetrando com o strapon, como a humilhação era permitida entre nós, foi algo que realmente nos deu mais intimidade e ajudou a criar uma mente mais solida.

Outra coisa que ajudou muito, foi que nas primeiras vezes eu chamava uma transexual. Alguém de preferência com o aspecto mais feminino.
Já tentei algumas coisa diferentes como; controlar qual o tipo de pornô ele assistiria, as vezes ordenava que ele assistisse o pornô que eu enviei e gravasse se masturbando até gozar ou como punição ele deveria se masturbar com pornô trans/gay ou bi, na minha frente. Para que ele se acostumasse com a ideia. Se masturbasse analmente até gozar, sem tocar em seu pênis.

Há diversas outras formas de fazer com que seu submisso seja submetido a pratica do encorajamento Bi, seja criativa e não tenha medo de buscar aquilo que quer, mas lembre-se sempre de identificar os motivos que dificultam a prática e ver se é possível ou não quebrar essas barreiras.

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